Pântano
Oie!
Espero que estejam bem!
Separei, para esta semana, mais um poema.
Pântano Estou tentando sair do limbo, atracar meu barco em um porto sem tanto nevoeiro. Onde está a luz? Placas apagadas afundam nestas águas lamacentas e é difícil entender como sair desse labirinto – quase tudo está impregnado pelo lodo espesso que se espalha sobre tudo o que toca. Eu ainda vou sair daqui.
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Até a próxima!
Lua


Luana, um belo texto poético! Consciência de si, desejo de mudança, tudo indicando sinais de maturidade. Imaturidade é permanecer, prazerosamente, nos pântanos do próprio umbigo (ou do ego)...